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A
cultura orleanense teve sua origem nos fundadores de Orleans de etnia
portuguesa, dita brasileira, formada pelos primeiros moradores da
cidade. Foram eles , os portugueses e brasileiros , que, por sua
formação e conhecimentos necessários aos cargos que vinham aqui
exercer, deram os primeiros passos para o desenvolvimento cultural de
Orleans.
Eram escrivães, professores, médicos, padres, comerciantes,
guarda livros, tipógrafos, farmacêuticos,
vendedores, escriturários e funcionários do governo nos correios,
coletorias, prefeitura e outras instituições. Pessoas com uma vivência cultural maior , adquirida em suas
cidades de origem: Tubarão, Laguna, Florianópolis, e até algumas do Rio
de Janeiro, que traziam, por
força de sua atuação profissional prática, a melhoria dos conhecimentos
básicos da população urbana de Orleans. Os costumes sociais, as festas
de casamentos, as danças, a música, o ensino, as solenidades religiosas
e as comidas foram se desenvolvendo com base no conhecimento daqueles
primeiros moradores. As
mudanças
na cultura local promoviam um melhor modelo de vida. A igreja fazia
suas festas, envolvia os cidadãos em programações religiosas, como:
batismo, primeiras comunhões, procissões e missas solenes. As escolas
procediam reuniões cívicas e culturais entre pais, professores e
alunos. Os professores
contribuíam também fora das escolas,
pois participavam ativamente das atividades sociais, políticas e
religiosas, com toda a comunidade. Os jornais, que desde 1915 foram
editados em nossa cidade , além de repassarem as informações mais
importantes do contexto nacional, e até mesmo mundial, mantinham a população
informada dos acontecimentos locais, disseminando desta forma a cultura
geral na gente orleanense. O cinema
foi importante precursor da cultura orleanense , afinal, ampliava os
conhecimentos de cada pessoa que o freqüentava, que era , por sua vez,
responsável pela formação
da opinião dos demais moradores da cidade. Após muitos anos começaram a chegar algumas contribuições de
imigrantes de outras etnias, à medida que vinham morar
na cidade.
Os letos contribuíram na música e na religião com atenção sempre mais
voltada para a sua própria comunidade. Os alemães, por sua vez, em face
do pequeno número de componentes, pouco
tinham a acrescentar, senão na música e na religião que professavam. Os
poloneses pouco acrescentaram, até mesmo pela dificuldade de
comunicação com os demais imigrantes. Os italianos contribuíram na comida típica, nos
costumes domésticos e na música popular. Mas
pouco, também,
trouxeram da Itália, de
onde saíram numa época de muita crise e de regiões nada desenvolvidas.
Nos últimos cinqüenta anos, com a evolução da comunicação: imprensa
escrita, televisão e internet, os
descendentes dos imigrantes europeus, de um modo geral,
tomaram conhecimento de seus costumes e de suas culturas,
colocando-as em prática através de grupos de danças, corais ,
ensinamento da língua, gastronomia e roupas em geral. Ponto de referencia
para que visita Orleans é o munumento em homenagem aos imigrantes
existente na Praça Celso Ramos. A Obra presente homenagesar a todos os
que contribuíram com a cultura e do desenvlvimento de Orleans. Os letos contribuíram na música e na religião com atenção
sempre mais voltada para a sua própria comunidade. Os alemães, por sua vez, em face do pequeno número de
componentes, pouco tinham a
acrescentar, senão na música e na religião que professavam. Os
poloneses, até mesmo pela dificuldade de comunicação com os demais
imigrantes. Os italianos
contribuíram na comida típica, nos
costumes domésticos e na música popular.

O desenvolvimento do ensino em Orleans foi o grande responsável
pela evolução da cultura. Graças aos professores foi implantado
um modelo cultural que veio se aperfeiçoando ao longo dos últimos 40
anos. O Grupo Escolar Costa
Carneiro, como estabelecimento de ensino,
desencadeou o processo educacional e cultural de Orleans. Com o seu
funcionamento vários e competentes professores vieram de diversos pontos
do país, que, com suas experiências, repassavam para os alunos,
e para a comunidade como um todo, o potencial de cultura
que
dispunham, adquirido em suas respectivas cidades de origem. O
funcionamento da Comarca, praticamente a partir da década de 40, veio
colaborar de modo bastante significativo, através de juízes,
promotores, escrivães e advogados, que passaram a residir em Orleans e
conviver com seu povo. Não
eram somente os seus conhecimentos, mas também os de suas
esposas, quase sempre, dotadas de relativa cultura.
Todos estes repassavam para a sociedade as suas experiências
vividas em outras regiões. Os médicos
e os funcionários públicos mais graduados também contribuíram muito
com a cultura de Orleans. Mais
tarde , também os filhos de Orleans,
saíam para estudar, e
retornavam com um cabedal
de cultura mais atualizado
que repassavam para as suas famílias e para a sociedade. Neste contexto
destacam-se os professores, que desde o início da década de 50, deixavam
Orleans para se prepararem em Tubarão, Laguna e Florianópolis.
A
consolidação, contudo, bem como o conceito de "terra da
cultura" que se conseguiu para Orleans, deve-se primeiramente ao Pe.
João Leonir Dall´Alba com a fundação
da FEBAVE - Fundação Educacional Barriga Verde e a criação de
entidades ligadas à cultura, como o Conselho Municipal de Cultura e a
Academia Orleanense de Letras. Nova
transformação se deu a partir daí, quer
com a vinda de novos professores, quer: com a especialização dos
que aqui atuavam. As bibliotecas, notadamente as localizadas nos
estabelecimentos de ensino, foram disseminando o gosto pela leitura,
esta importante fonte
de cultura. Internamente
o município implantou a Semana de Orleans, hoje FECOR- Festa da Cultura - realizada todo o mês
de agosto, por ocasião do
aniversário do município. Nestas
ocasiões são realizados concursos literários e musicais, bem como as
gincanas, exposições, lançamentos de livros e outros eventos
já consagrados pela população.

O Museu ao Ar Livre de Orleans, constitui hoje um referencial da cultura
orleanense e da região sul do estado, pela importância de seu acervo que
na verdade resgata todas as fases da colonização. Idealizado em 1974
pelo Pe. João Leonir Dall´Alba, do Seminário São José, por ocasião
da catastrófica enchente de 23 de março daquele ano. A destruição
causada pela enchente, inviabilizou a maior parte das indústrias rurais
que ainda funcionavam movida a força hidráulica e animal. A reconstrução
daquelas unidades, engenhos, atafonas e serrarias, ocorreria com base em
recursos de um outro estágio tecnológico – a energia elétrica. Pouco
sobraria, como na verdade ocorreu, daquelas unidades tradicionais movidas
a boi ou por rodas d´agua alimentadas pelos açudes. Havia necessidade de
uma ação imediata e de certa envergadura. O que realmente aconteceu: foi
inaugurado a 30 de agosto de 1980. Acham-se instaladas no Museu as
seguintes unidades: salão comunitário, capela, engenho de farinha de
mandioca, estrebaria, casa do colono, cantina de vinho, galpão dos meios
de transporte, engenho de açúcar, alambique, olaria, serraria,
marcenaria, oficinas artesanais, atafona para moagem de milho, descascador
de arroz, moagem de cereais, ferraria, monjolo simples e monjolo de quatro
pilões. Os engenhos são movidos por rodas d´agua alimentadas por um
belo açude e por tração animal. No processo de construção do museu
esteve sempre presente a preocupação de respeitar as técnicas
construtivas tradicionais. A distribuição das unidades foi feita de modo
a permitir uma visitação proveitosa e uma boa visualização do
conjunto. Nem tudo foi doado, como nem tudo foi comprado, a verdade é que
a soma dos esforços, a captação de recursos e o enorme volume de peças
conseguidas por doação permitiram a concretização deste empreendimento
que é ainda hoje único na América Latina e um dos raros existentes no
mundo. A compra de engenhos se fez necessária porque o objetivo era,
acima de tudo, instalar no museu unidades que funcionassem, como de fato
vem ocorrendo até os nossos dias com ligeiros reparos. Foram plantadas
espécies já ameaçadas de extinção que fazem parte de nossa flora.
Arvores frutíferas e bastante flores são facilmente encontradas na área,
nas respectivas épocas de produção.

Também tem a mão do Pe. João Leonir Dall´Alba a concretização das
esculturas feitas no paredão de passagem da estrada de ferro margeando o
Rio Tubarão, no centro da cidade. Foram conseguidos recursos de áreas
governamentais para pagamento dos trabalhos profissionais ali executados.
O planejamento das esculturas é do escultor orleanense José Fernandes, o
“Zé Diabo”. Foram gravados naquela encosta belíssimos painéis
representativos de passagens bíblicas.
Trata-se de um conjunto de muita beleza e arte com visitação permanente
de bom número de viajantes, estudantes e turistas. É alvo também de
excelentes reportagens nos jornais, revistas e televisões. Trata-se de
uma interessante obra que projeta Orleans no cenário cultural , turístico
nacional e sul americano. Segundo Zé Diabo seu projeto é bem maior.

Nasceu na cidade de
Orleans a 4 de Janeirode1896, filho do comerciante e político Antônio
Gomes de Carvalho que foi Presidente do 1º. Conselho Municipal quando da
fundação do município em 1913.
Tito Carvalho iniciou o primário em Orleans em 1903, seguindo em 1908
para o colégio em Laguna para logo depois ir para o colégio Catarinense
em Florianópolis. Em 1911 já publicou suas primeiras histórias no
jornal Fiscal em Tubarão e em o Albor em Laguna. Em 1912 prestou concurso
e ingressou na estrada de ferro como telegrafista. Em 1914 trabalhou na
Contabilidade na estrada de ferro em Tubarão. Segue em 1917 para São
Joaquim, já casado com Dona Lorena Pereira Cascaes. Em São Joaquim abre
em companhia de Gil Brasil um escritório de Advocacia. Lá publicou “
Bulha d’Arroio seu primeiro livro no jornal que fundou “Correio
Serrano”. Como jornalista emérito dirigiu e foi redator de diversos
jornais no sul do estado, em Florianópolis e também no Rio de Janeiro,
quando capital da república.
Quando ingressou em 15 de fevereiro de 1924 na Academia Catarinense de
Letras foi assim saudado por Barreiros Filho: Tolerai , portanto , o abuso
de uma imagem faceta. Sinto-me para convosco assim coisa como um
CHANTECLER, que, se não fez nascer o Sol, todavia o anunciou, e ora lhe
vem cantar à clara ascensão de estrela.
Como cronista parlamentar da Câmara e do Senado participou de diversas
Conferências pan-americanas no Brasil e na Colômbia de 1946 a 1948.
No Rio de Janeiro, enquanto cronista parlamentar escrevia para jornais da
porte da Tribuna da Imprensa e Jornal do Comércio. Em 1956 retornou para
Florianópolis onde exerceu a direção do Jornal “Diário da Tarde”,
da Biblioteca Pública do Estado. Em 1963 publica o livro “Vida
Salobra” que a exemplo de “Bulha d´Arroio”. Nestas obras Tito
Carvalho transportou com originalidade o linguajar regionalista do serrano
joaquinense e lageano, com suas especiais características. Suas crônicas
sobre nossa Orleans , registradas em Gente do meu Caminho, demonstram
muito bem o seu amor a terra natal.
Ainda jovem em Orleans já escrevia crônicas nos jornais locais, tendo
fundado juntamente com seu cunhado, Godofredo Marques, a Gazeta Orleanense
em 7 de fevereiro de 1915. Destacou-se como jornalista e em suas crônicas
sempre destacava a terra natal contando fatos pitorescos de orleans. Era
um apaixonado por Orleans.
Destaque entre os orleanenses descendentes de portugueses já de muitas
gerações desenvolvidas no Estado de Santa Catarina, Tito Carvalho,
nasceu em nossa cidade aos 4 de janeiro de 1896, filho do comerciante Antônio
Gomes de Carvalho , primeiro Presidente do Conselho Municipal quando da
criação do município em 1913. Tito Carvalho como Poeta e Escritor soube
levar o nome de nossa terra para âmbito estadual e nacional não somente
com sua produção literária em crônicas produzidas em diversos jornais
de que participou como redator e diretor.
Assim que Orleans se fez distrito em 1888 até 1913, continuou dominada
pela estrutura da empresa colonizadora Grão-Pará , uma vez que quase
tudo lhe pertencia em matéria de terrenos urbanos e rurais.
Politicamente tudo dependia da Prefeitura de Tubarão. Mesmo que as
atividades particulares fossem pouco a pouco absorvidas por particulares,
boa parte deles dependiam ou funcionavam melhor com o apoio da empresa.
Nos anos 90, do século XIX, chegavam a Orleans os chamados
“nacionais” ou descendentes de portugueses, vindos de Tubarão e
Laguna.
Dentre as tantas famílias vindas naquela época, hoje vamos destacar a de
Antônio Gomes de Carvalho, próspero comerciante vindo de Tubarão,
instalando-se no centro da cidade nas imediações do prédio da Empresa ,
Hotel Brasil e Prefeitura. Além de próspero comerciante, Antônio Gomes
de Carvalho teve participação ativa na política Orleanense
principalmente quando da emancipação do município , em 30/8/1913. A
partir de então Orleans passou a ter o seu próprio comando Foi o
primeiro Presidente do Conselho Municipal, equivalente hoje a Presidente
da Câmara Municipal e seu nome foi cogitado para primeiro Prefeito de
Orleans.
Além de próspero comerciante e influente político Antônio Gomes de
Carvalho era pai de Tito Carvalho que aqui nasceu em 4 de janeiro de 1896,
um do mais ilustres e cultos filhos de nossa terra. Por onde andou
destacou-se como jornalista e escritor, sempre reverenciando sua terra
natal a ela atribuindo os mais belos encantos. Tito Carvalho deixou sua
marca em Orleans onde, juntamente com seu cunhado Godofredo Marques,
fundaram em 1915 a Gazeta Orleanense, o primeiro Jornal de Orleans. Também
em Laguna os dois fundaram um Jornal. Nesta fase inicial de sua carreira
escreveu também para outros jornais da região.
Após esse período transferiu-se para Florianópolis onde dirigiu a
“República” e o “Diário da Tarde”, além de participar da equipe
da redação de “O Estado” e “Dia e Noite”.
Uma entidade criada em 7 de setembro de
1981, com o lema “Escrever Sempre”. Conta com quinze cadeiras, das
quais doze estão ocupadas pelos acadêmicos Ainda Salvador, Ângela
Aparecida Ricardo Souza, Antônio João Tavares, Arlete Dimon, Celso de
Oliveira Souza, Fernando Monteiro Balthazar (Presidente), Leda Coan, Luiz
Carminati, Márcio Luiz Dalazen, Roseli Comeli Baggio Ferreira, Sueli
Teresa Mazzuco Mazzurana e Valdemar Muraro Mazzurana. A
Academia tem buscado difundir a literatura no cenário regional
através da publicação de coletâneas, de autoria dos acadêmicos,
enumerando-se os livros Alfa (1983), Beta (1984), Gama(1985), Delta
(1987), Épsilon (1992), Dzeta (1993), Eta (1994), Theta (1995) Iota
(1996) Capa (1998), e Lambda (2000), além de várias outras obras de
autorias individuais. A pujante produção literária de Orleans e o apego
de sua gente às causas culturais, tornaram possível a criação desta
associação de escritores, que exercitam a arte de escrever através de
poesias, contos e crônicas.

Orleans é conhecida como
terra da cultura e para justificar boa parte desta fama tem diversos livros
publicados por orleanenses sobre os mais variados temas, boa parte
relativa a sua história. Eis alguns:
- Pioneiro nas
Terras dos Condes -
1971 -Pe.João Dall´Alba
- O Vale do Braço
do Norte -
1973 - Pe. João Dall´Alba
- No Bunker -
1982 - Valdemar Muraro Mazzurana
- Tempo de
Querer - 1982 - Sueli Tereza Mazuco Mazzurana
- Colonos e
Mineiros no Grande Orleans -
1986 - Pe. João Dall´Alba
- Orleans em
Dados -
Diversos - 1984
- Vivências e
Recordações -
1989 - Jayme Mazon
- Rio Maior -
1989 - Valdemar Muraro Mazzurana
- Os Jesuítas
- 1989 - Valdemar Muraro Mazzurana
- O Tesouro do
Morro da Igreja -
1994 - Pe. João
- Poemas de
Idade Média - 1993 - Fernanda Mazzucco Mazzurana
- Como Diria
Chico Pedra -
1994 - João Valério Bússulo
- Stòrie di
Brenta - 1996 - Valdemar Muraro Mazzurana
- A Primeira
Hidrelétrica do Sul de SC -
1997 - Celso de Oliveira Souza
- Orleans 2000
- História e Desenvolvimento -
1998 - Jucely Lottin
- Manifestações
- 1998 - Luiz
Carminati
- Causos e
Coisas de Orleans – 2000- Jucely Lottin
A Gazeta Orleanense
Lançado em 7/2/l915 este foi o primeiro Jornal em Orleans: dirigida por
Godofredo Marques que na época era também Secretário da Prefeitura
Municipal. A Gazeta Orleanense foi também dirigida por nosso conterrâneo
escritor Tito Carvalho e funcionou até 1920.
A Imprensa
Nasceu em 1919 também dirigida por Godofredo Marques e teve duração de
2 anos.
A Luz
Fundado e dirigido por Luiz Evaristo Nunes funcionou de 1920 a 1922 .
Direito
Fundado e dirigia no período de 1926/1927 por José Hülse
O correio
Criado pelos jornalistas Hermínio de Menezes e Hermínio de Menezes
Filho, funcionou no período 1927/1930.Foi o jornal de mais longa duração
em Orleans O nº. 1 foi editado em 14/9/1927 , alcançando em 1930 o nº 110. Editaram ainda em 1931 cerca de 10 exemplares.
Folha do Sul
Fundado por Menezes Filho funcionou somente em 1930
Folha da Semana
Este jornal foi fundado em 29/11/96 e vem funcionando regularmente nos últimos
anos, dando cobertura principalmente ao município de Orleans e com
alguns destaques dos municípios vizinhos. Tem a direção de Soraya Curcio
Librelato.

Sociedade Rádio Guarujá de Orleans, fundada em 31/01/1961, AM , freqüência
de 960Khz e 5000watts de potência.
Rádio FM Luz e Vida,
começou a funcionar a 13 de outubro de 1989.

- Conselho Municipal de
Cultura;
- Associação Coral
Hermelina Pfützenreuter;
- Associação de
Incentivo à Cultura Italiana;
- Escola de Língua e
Cultura Italiana;
- Coral Infantil Vadico;
- Coral Italiano Stelle
Alpine;
- Grupo Musical
Seresteiros da Colina;
- Banda Estrela do
Oriente;
- Charanga
2001 (visitar
site);
- Associação de
Incentivo à Cultura Italiana;
-
Associação
Coral Hermelinda Pfützenreuter;
-
Escola
de Língua e Cultura Italiana;
-
Coral
Infantil Vadico;
-
Coral
Italiano Stelle Alpine;
-
Coral
dos Pequenos Colibris;
-
Coral
Santa Otília (visitar site);
-
Grupo
Musical Seresteiros da Colina;
-
Conselho
Municipal de Cultura.
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